
Criado uma espécie de código de conduta, para regular a publicidade dirigida ao público infanto-juvenil estabelece, a partir de agora, que a propaganda será direcionada aos pais, não aos menores, como acontecia até outro dia.
Essa medida, a qual considero importante, vai fazer com que a propaganda atinja os ‘formadores de opinião’ do lar e, assim, ter maior controle do que pode chegar a seus petizes...será isso um retrocesso ou o oposto?
Que as crianças tem enorme poder de influência sobre seus pais, isso é indiscutível mas, dentre os produtos ‘honestos’ e realmente interessados no bem-estar delas, estão os que se aproveitam de tal argumento, para atingir e influenciar um público que muitas vezes não tem condições de discernir o certo do errado.
Pergunto: e as ‘promoções’ das grandes redes de lanchonetes, que ‘distribuem’ brinquedos juntamente com o lanche que vendem, algum dia serão regulamentados ou controlados? Esse é um claro e evidente exemplo da chamada ‘venda casada’, na qual para ganhar o brinquedo é necessário comprar o lanche. As grandes redes, quando notaram que corriam perigo com tal marketing, trataram de vender o brinquedo separadamente, sem o lanche...
Mas, voltando ao primeiro caso, enquanto esperamos solução para o segundo...
Código de conduta tem o apoio de 24 companhias, entre elas estão Coca-Cola, Unilever, Nestlé e Sadia.
A partir de agora aumentam as restrições à publicidade brasileira dirigida ao público infanto-juvenil. A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), em parceria com a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), deve anuncia uma espécie de código de conduta com o apoio de 24 companhias, entre elas estão Coca-Cola, Unilever, Nestlé e Sadia. O centro do acordo, cuja adesão foi voluntária, é que as empresas deixarão de fazer publicidade diretamente para crianças e pré-adolescentes, e os pais passarão a ser o público-alvo. A decisão de compra ficará mais nas mãos dos adultos, apesar do conhecido poder de convencimento dos pequenos consumidores.
A Abia usou diversos estudos científicos para convencer os associados à entidade e à ABA da importância de criar restrições à publicidade de alimentos e bebidas para as crianças. Países como Estados Unidos, Canadá e parte da União Europeia (UE) já criaram regras para tirar o público infantil do foco das empresas e agências de publicidade. Algumas multinacionais, como Nestlé, Unilever e a Kraft Foods, já adotavam no Brasil uma linha muito parecida de comunicação, de acordo com o código de conduta das matrizes.
Além de vetar a comunicação feita a crianças e pré-adolescentes, o anúncio de hoje regulamenta uma prática que já vinha sendo adotada por multinacionais: dar destaque às características nutricionais do produto.
Essa medida, a qual considero importante, vai fazer com que a propaganda atinja os ‘formadores de opinião’ do lar e, assim, ter maior controle do que pode chegar a seus petizes...será isso um retrocesso ou o oposto?
Que as crianças tem enorme poder de influência sobre seus pais, isso é indiscutível mas, dentre os produtos ‘honestos’ e realmente interessados no bem-estar delas, estão os que se aproveitam de tal argumento, para atingir e influenciar um público que muitas vezes não tem condições de discernir o certo do errado.
Pergunto: e as ‘promoções’ das grandes redes de lanchonetes, que ‘distribuem’ brinquedos juntamente com o lanche que vendem, algum dia serão regulamentados ou controlados? Esse é um claro e evidente exemplo da chamada ‘venda casada’, na qual para ganhar o brinquedo é necessário comprar o lanche. As grandes redes, quando notaram que corriam perigo com tal marketing, trataram de vender o brinquedo separadamente, sem o lanche...
Mas, voltando ao primeiro caso, enquanto esperamos solução para o segundo...
Código de conduta tem o apoio de 24 companhias, entre elas estão Coca-Cola, Unilever, Nestlé e Sadia.
A partir de agora aumentam as restrições à publicidade brasileira dirigida ao público infanto-juvenil. A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), em parceria com a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), deve anuncia uma espécie de código de conduta com o apoio de 24 companhias, entre elas estão Coca-Cola, Unilever, Nestlé e Sadia. O centro do acordo, cuja adesão foi voluntária, é que as empresas deixarão de fazer publicidade diretamente para crianças e pré-adolescentes, e os pais passarão a ser o público-alvo. A decisão de compra ficará mais nas mãos dos adultos, apesar do conhecido poder de convencimento dos pequenos consumidores.
A Abia usou diversos estudos científicos para convencer os associados à entidade e à ABA da importância de criar restrições à publicidade de alimentos e bebidas para as crianças. Países como Estados Unidos, Canadá e parte da União Europeia (UE) já criaram regras para tirar o público infantil do foco das empresas e agências de publicidade. Algumas multinacionais, como Nestlé, Unilever e a Kraft Foods, já adotavam no Brasil uma linha muito parecida de comunicação, de acordo com o código de conduta das matrizes.
Além de vetar a comunicação feita a crianças e pré-adolescentes, o anúncio de hoje regulamenta uma prática que já vinha sendo adotada por multinacionais: dar destaque às características nutricionais do produto.
(Fonte: Agência Estado)
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