O novo sistema de pagamento de contas (DDA) ainda gera algumas polêmicas, devido ao seu ineditismo e falta de conhecimento das formas de agir e consequências, por parte dos consumidores...por isso é interessante ter acesso ao maior número de infromações possíveis. Desta vez, trazemos a análise do InfoMoney sobre o assunto:Já no primeiro dia de operação, o DDA (Débito Direto Autorizado) atraiu mais de 1 milhão de correntistas em busca da facilidade de receber suas contas pela internet e eliminar os boletos enviados pelo correio. Levados pelas novidades, muitos consumidores acabam não atentando a detalhes.
"Para que o pagamento seja realizado, é necessário que o cliente acesse um dos canais de relacionamento do banco, verifique se há boletos a serem pagos e autorize ou agende o pagamento", analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro.
Para Ricardo Castro, professor da Veris IBTA, algumas perguntas ainda estão em aberto. "O que ocorre se o cliente mudar de banco? Com funcionaria a transferência dessas informações de um banco a outro?", questiona. Então, na hora de aderir ao DDA, fique atento a tudo isso.
Economia de um lado...
Segundo Crivelaro, embora o serviço traga muitas vantagens, o consumidor deve prestar atenção. Se, antes, ele lembrava das contas a pagar com a chegada dos boletos, agora, caberá a ele se organizar. "Ele deve ficar atento às datas de vencimento", alerta.
Além disso, outro fator entra na discussão. "O serviço poderá ser cobrado ou fazer parte de pacotes de serviços tarifados". Dessa forma, Crivelaro aconselha os consumidores a verificarem as possíveis taxas do serviço antes de aderir à novidade.
Segundo o Banco Central, os bancos estão livres de fixar taxas para o serviço, desde que os valores sejam informados claramente ao consumidor.
Se, de um lado, a economia de papel será grande, de outro, imprimi-los em casa pode onerar o orçamento doméstico do consumidor. Por isso, Crivelaro ressalta: "O sistema é mais atraente para clientes que acessam suas contas via internet".
Já Castro lembra de um outro ponto importante: o arquivamento de boletos para comprovação de pagamentos. "Comprovantes de diversos tipos de pagamentos devem ser guardados por até cinco anos", lembra.
O professor também ressalta que as vantagens são maiores para quem já é adepto do internet banking, o que não elimina os demais consumidores de aderirem. "Serão oferecidas opções para clientes sem acesso à internet em terminais de autoatendimento e nos já tradicionais atendimentos telefônicos e agências".
Contas não serão pagas automaticamente
É bom não confundir: a adesão ao DDA não significa que as contas serão pagas automaticamente. Com o sistema, o consumidor receberá os débitos por meio do portal do banco. Apenas isso. Para pagá-las, o correntista realiza uma transação virtual ou imprime o boleto e paga no caixa ou nos terminais.
A Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) espera que, em três anos, ao menos metade dos boletos deixe de ser impresso e que a rotina de pagamentos torne-se totalmente eletrônica. Por enquanto, ficam de fora contas de consumo como telefone, energia e água.
Fonte: InfoMoney
"Para que o pagamento seja realizado, é necessário que o cliente acesse um dos canais de relacionamento do banco, verifique se há boletos a serem pagos e autorize ou agende o pagamento", analisa o professor de Finanças da Fiap, Marcos Crivelaro.
Para Ricardo Castro, professor da Veris IBTA, algumas perguntas ainda estão em aberto. "O que ocorre se o cliente mudar de banco? Com funcionaria a transferência dessas informações de um banco a outro?", questiona. Então, na hora de aderir ao DDA, fique atento a tudo isso.
Economia de um lado...
Segundo Crivelaro, embora o serviço traga muitas vantagens, o consumidor deve prestar atenção. Se, antes, ele lembrava das contas a pagar com a chegada dos boletos, agora, caberá a ele se organizar. "Ele deve ficar atento às datas de vencimento", alerta.
Além disso, outro fator entra na discussão. "O serviço poderá ser cobrado ou fazer parte de pacotes de serviços tarifados". Dessa forma, Crivelaro aconselha os consumidores a verificarem as possíveis taxas do serviço antes de aderir à novidade.
Segundo o Banco Central, os bancos estão livres de fixar taxas para o serviço, desde que os valores sejam informados claramente ao consumidor.
Se, de um lado, a economia de papel será grande, de outro, imprimi-los em casa pode onerar o orçamento doméstico do consumidor. Por isso, Crivelaro ressalta: "O sistema é mais atraente para clientes que acessam suas contas via internet".
Já Castro lembra de um outro ponto importante: o arquivamento de boletos para comprovação de pagamentos. "Comprovantes de diversos tipos de pagamentos devem ser guardados por até cinco anos", lembra.
O professor também ressalta que as vantagens são maiores para quem já é adepto do internet banking, o que não elimina os demais consumidores de aderirem. "Serão oferecidas opções para clientes sem acesso à internet em terminais de autoatendimento e nos já tradicionais atendimentos telefônicos e agências".
Contas não serão pagas automaticamente
É bom não confundir: a adesão ao DDA não significa que as contas serão pagas automaticamente. Com o sistema, o consumidor receberá os débitos por meio do portal do banco. Apenas isso. Para pagá-las, o correntista realiza uma transação virtual ou imprime o boleto e paga no caixa ou nos terminais.
A Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) espera que, em três anos, ao menos metade dos boletos deixe de ser impresso e que a rotina de pagamentos torne-se totalmente eletrônica. Por enquanto, ficam de fora contas de consumo como telefone, energia e água.
Fonte: InfoMoney
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