quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz 2010 a todos!!!


Consumidores, participantes do blog, visitantes, enfim, amigos, que em 2010 todas as esperanças sejam renovadas e tenhamos um ano melhor, repleto de realizações e trabalho, sempre lembrando de defender nossos direitos e a causa que atinge a todos nós, de forma direta ou indireta: a defesa dos direitos do consumidor.

Após uma pequena pausa, ainda que involuntária, neste período de festas (por força da falta de internet, durante o Natal), estamos recarregando as baterias, para voltar com força total e ajudar (e, principalmente aprender!) com os consumidores que por aqui passam diariamente.

Agradeço a todos pelas contribuições, incentivos ou simplesmente uma visita e a leitura dos posts. Esses seis meses de vida do blog tem sido de muita importância para mim. Uma forma de passar um pouco a minha vivência com o Código de Defesa do Consumidor, a experiência adquirida durante estes anos e, como já disse, principalmente, aprendendo sempre com os leitores e aqueles que seguem o blog.

Um ótimo final de semana, com muita festa e alegrias e até a semana que vem, no ano que vem...

E que venha 2010!!!!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Renovação automática de contrato sem autorização de cliente é ato abusivo


Você contrata um serviço por tempo determinado. Algum tempo depois do final do prazo, a surpresa: o tal serviço continuou “funcionando” e consequentemente, houve cobrança por isso. Pode parecer absurdo, mas acontece com muita frequência, a julgar pelas reclamações recebidas pela coluna Advogado de Defesa, do JT.

Desde maio deste ano foram 40 reclamações de leitores que receberam cobranças por renovação automática de serviços – renovação não solicitada ou informada na hora da contratação.

A publicitária Ana Carolina Marcondes Franco contratou um plano trimestral do site de recolocação profissional Catho e, após o prazo de utilização, recebeu uma cobrança como se ainda fosse cliente. “O mínimo que eu esperava era um contato da empresa para saber se eu gostaria de renovar a assinatura.”

Em contato com a Catho, Ana foi informada que, se o cliente não manifestasse interesse no cancelamento, o contrato seria renovado por tempo indeterminado. “Quem é que lembra que três meses atrás fez um contrato que deveria ser cancelado, fato que não foi informado?”

Na opinião de especialistas e órgãos de defesa do consumidor, a renovação automática é abusiva.

“O que pode existir são contratos contínuos e, mesmo assim, só quando o serviço tiver característica de continuidade, como é o caso de fornecimento de energia elétrica, telefonia celular e TV por assinatura. Do contrário, a renovação tende a onerar o consumidor desnecessariamente e não atende a finalidade a que se destina”, explica Fátima Lemos, assistente de direção do Procon-SP.

A Catho informou que seus contratos não se renovam automaticamente, são indeterminados por uma questão de conveniência ao consumidor. A duração dos planos somente determina a forma de pagamento e essas condições são informadas de forma clara no contrato e em várias etapas da contratação.

A analista de recursos humanos Maria del C. Baranda solicitou o cancelamento da assinatura de uma revista da Editora Abril e, só depois, percebeu que o serviço havia sido renovado até 2011.

De acordo com Arthur Rollo, advogado especializado em defesa do consumidor, toda mercadoria ou serviço fornecidos após o prazo de contratação devem ser considerados como amostra grátis. “Essa conclusão pode ser embasada pelo artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor.”
Além disso, se houver cobrança, o valor deve ser devolvido em dobro ao consumidor.

A Editora Abril informou que o valor cobrado após o prazo de contratação foi devolvido em dobro e que a renovação programada é informada ao consumidor desde a oferta do produto, e este é previamente comunicado sobre a renovação.

Fonte: Jornal Da Tarde, por Ligia Tuon (retirado do site: reclame aqui)

Aviação - Overbooking poderá gerar indenização


Além de cumprir contrato de transporte previsto no bilhete, empresas aéreas terão que compensar passageiros por transtorno

Fila no aeroporto de Guarulhos (SP): excesso de reservas para mesmo voo é comum em épocas mais movimentadas
Sempre que o embarque ou a partida do avião deixarem de acontecer dentro do previsto, os passageiros terão direito a uma indenização, a ser paga imediatamente pela empresa aérea, em dinheiro ou créditos. A medida, prevista em projeto de lei (PLS 114/04) da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), aprovado na semana passada pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), vale tanto para os casos de overbooking – excesso de reservas confirmadas para um mesmo voo – quanto para cancelamentos ou interrupções e ainda atrasos superiores a duas horas (confira no quadro um resumo das medidas).

No caso de vítimas de overbooking, a indenização será correspondente ao valor da maior tarifa cobrada pela companhia no trecho considerado, em dinheiro ou crédito aberto em favor do passageiro na mesma empresa. A legislação brasileira se aproxima, assim, das normas dos países mais avançados (veja texto na página ao lado).

O assunto do overbooking tornou-se mais evidente após o chamado apagão aéreo, em 2006, que motivou até mesmo a criação de duas comissões parlamentares de inquérito no Congresso (leia mais na página ao lado). Há dois anos, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deixou de divulgar as estatísticas de eficiência das empresas aéreas. Assim, não existem dados confiáveis sobre o número de casos de overbooking, mas apenas em relação a atrasos ou cancelamentos de voos (confira nos infográficos).

Como foi aprovado na comissão um substitutivo (reunindo as sugestões de quatro projetos), será necessário um turno suplementar de votação na própria CDR nesta semana. Entretanto, como o texto passou por unanimidade, é remota a chance de mudança da decisão. Desse modo, se não houver recurso ao Plenário, o projeto poderá ser enviado à Câmara antes do recesso parlamentar.

O texto aprovado altera a Lei 7.565/86 – o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) – e reúne em um único artigo (229) todas as situações em que o embarque do passageiro ou a partida da aeronave deixem de ocorrer no horário previsto, por motivos alheios à vontade do passageiro: cancelamento ou interrupção do voo, overbooking e atraso superior a duas horas.

– Em todos esses casos, o passageiro fará jus a indenização pelo transtorno ou prejuízo sofrido – explica Almeida Lima (PMDB-SE) em seu relatório, lido na reunião da CDR por Roberto Cavalcanti (PRB-PB).

A indenização não livra a empresa do dever de cumprir o contrato de transporte previsto no bilhete, que poderá ser usufruído, a critério do consumidor, na forma de reembolso do valor do bilhete, endosso da passagem para outra companhia ou acomodação em voo (com serviço equivalente e para o mesmo destino) que saia no máximo quatro horas depois de seu horário original de embarque.

Serys diz que decidiu apresentar o projeto depois de constatar que o overbooking estava prejudicando milhares de passageiros, especialmente nos períodos de maior movimento, como férias ou fins de semana prolongados. Nesses casos, hoje, o único recurso para buscar reparação pelos danos sofridos é na Justiça (veja texto nesta edição).

– O CBA não contempla adequadamente os direitos dos passageiros e a legislação setorial deveria conter dispositivos que assegurassem a reparação de danos compatível com os transtornos causados aos passageiros, sem a necessidade de se recorrer a processo civil, usualmente demorado – disse a senadora.

Fonte: Jornal do Senado

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Conta pré-paga de luz prejudica usuário


PRO TESTE pede para Aneel não por em prática esse sistema de cobrança de energia elétrica que penaliza o consumidor baixa renda.

A PRO TESTE Associação de Consumidores é contra a regulamentação do fornecimento de luz aos usuários mediante pagamento prévio, pretendida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os consumidores de baixa renda são os principais prejudicados, pois podem ficar sem luz a qualquer momento, se não puderem colocar novos créditos. A Associação enviou carta para a Agência contra a aprovação da medida, que é defendida pelas distribuidoras por reduzir o risco de inadimplência no setor.

"É uma forma da empresa se livrar da inadimplência num serviço público essencial, que não poderia sofrer corte de fornecimento", alerta Maria Inês Dolci, Coordenadora Institucional da PRO TESTE. O fornecimento de energia elétrica é um serviço público de responsabilidade do Estado, mesmo que prestado por empresas privadas.

Atualmente o faturamento pré-pago para a energia elétrica é adotado por algumas concessionárias mediante autorizações de caráter experimental concedidas pela Aneel. A Ampla, que fornece energia para Niterói e outros 65 municípios do interior do Rio de Janeiro, utiliza o sistema há quase quatro anos.

A Aneel aprovou dia 9 de dezembro um novo regulamento que aprimora a Resolução número 082/2004, referente ao atendimento com redes de energia elétrica nos loteamentos urbanos e nos parcelamentos situados em zonas habitacionais de interesse social e populares. O regulamento inclui a energia pré-paga.

Para a PRO TESTE a energia pré-paga atenta contra a legislação em vigor, e fere o Código de Defesa do Consumidor (CDC) por deixar os consumidores em situação de vulnerabilidade. Além de excluir socialmente os já excluídos, pois com este sistema de pagamento eles deixam de ter direito ao benefício da energia baixa renda.

O artigo 22 do CDC proíbe a interrupção da prestação de serviços essenciais ao consumidor, como é o caso da energia elétrica. Pela Resolução proposta pela Agência não é definido como se daria a devolução de valores eventualmente pagos e não utilizados pelos consumidores.

O artigo 5º, § 3º, da Resolução Normativa proposta pela Aneel faculta às distribuidoras de energia elétrica a adoção do sistema de pré-pagamento para o fornecimento do serviço.

Tal previsão vai contra a definição de serviços adequados, de acordo com o art.6º, §1º da Lei nº 8987/95, que prevê a regularidade e a continuidade do fornecimento.

O sistema do pré-pago é oferecido com o argumento de que possibilita ao consumidor o controle dos gastos com energia elétrica. Porém, também permite a interrupção automática do abastecimento ao final dos créditos adquiridos.

Para o fornecimento de uma quantidade mínima de quilowatts/mês (40 kWh), o consumidor precisa comprar um cartão com créditos. Quando o crédito estiver no final (48 horas antes), o consumidor recebe um aviso, por celular, informando-o de quanta energia ainda dispõe. Quinze dias após o final do crédito, sem a compra de outro cartão, o fornecimento da energia é cortado. A proposta só é valida para os endereços com medição eletrônica de consumo.

Segundo a Agência, com o sistema de pré-pagamento, o fornecimento de energia elétrica é adquirido antecipadamente por cada consumidor e os créditos são carregados em cartões inteligentes, de uso individual, que possibilitam tanto a transferência dos créditos para o medidor, como a coleta das informações neles armazenadas.

Com o projeto, espera-se reduzir os custos operacionais ao evitar despesas com execução das atividades comerciais e diminuir a inadimplência com a compra antecipada da energia.

O cartão é fornecido gratuitamente pelas distribuidoras e o medidor utilizado é do tipo eletrônico e certificado pelo Inmetro. Em caso de perda do cartão, a reposição tem um custo de R$ 5.


Fonte: Pro Teste

Risco de perder privacidade com cadastro positivo


Consumidor, importante ter conhecimento do que ocorre a nossa volta, nossos direitos e as possibilidades de que temos de discutir e lutar contra o que nos prejudica.

Também é importante sabermos a opinião dos outros (desde que bem fundamentada e que não passe de mero inconformismo infundado), para que assim possamos analisar o assunto sob todos os pontos de vista.

Pensando nisso, passo a reproduzir interessante conclusão sobre o cadastro positivo para o consumidor, atualmente em tramitação no Senado, para que possamos refletir sobre este assunto, que vai nos afetar diretamente.

O texto é de responsabilidade da PRO TESTE, que é contra projeto de lei que será votado no Senado por entender prejudicar consumidor.




A PRO TESTE Associação de Consumidores está preocupada com os prejuízos ao consumidor se for aprovado o projeto do Senado de criação de um cadastro positivo — pelo qual, a princípio, os “bons pagadores” poderiam ser beneficiados com taxas de juros mais baixas do que as oferecidas no mercado.

Pela proposta do Projeto de Lei (PL nº. 405-C, de 2007), que dispõe sobre a formação do cadastro positivo nos sistemas de proteção ao crédito, haverá alteração no Código de Defesa do Consumidor (CDC). Ele prevê liberar o envio de informações aos sistemas de proteção ao crédito sem a anuência do consumidor, e não determina o tempo de permanência dos dados no cadastro. O Governo quer aprovar o texto ainda este ano no Senado. Da forma como está sendo proposto, com esse cadastro o consumidor terá seus hábitos de consumo monitorados.

O projeto se encontra em tramitação pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O senador Aloizio Mercadante (PT-SP), foi designado relator do projeto no CAE. O Ministério da Justiça endossa o texto do PL 85, aprovado na Câmara e negociado pelo deputado Maurício Rands (PT-PE). Já o Ministério da Fazenda prefere o PL 405-C, de 2007, aprovado na semana passada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Para o senador Renato Casagrande (PSB-ES), presidente Comissão de Defesa do Consumidor do Senado, ainda há pontos polêmicos a serem esclarecidos, pois da forma proposta o cadastro beneficiaria quem tem dinheiro e o consumidor ficaria sem liberdade de escolha quanto a inserção de seus dados nesse banco de dados.

Para a PRO TESTE, o projeto representa retrocesso nos direitos dos consumidores e a pressa na aprovação é uma tentativa de derrubar o PL 85, que há anos vem sendo discutido por parlamentares e a sociedade.

O consumidor não terá como dizer que não quer entrar no cadastro, pois correrá o risco de não ter o financiamento. E, por outro lado, se os bancos acharem que ele já está endividado, poderá ter o crédito negado, mesmo que sempre pague em dia. Além disso, não está prevista a forma de como ele sair desse banco de dados.

Para os defensores do projeto, esse banco de dados com informações pessoais, incluindo hábitos de consumo, e financeiros dos consumidores, permitiria a avaliação de risco para concessão de crédito e contribuiria para diminuição das taxas de juros. A explicação é simples: haveria menos risco de calote, logo o spread (taxa de risco sobre os empréstimos) poderia cair. “ Claro que poderia. Mas os bancos mantêm os juros elevados porque há concentração de mercado e têm poder. Os consumidores que atrasaram parcelas de um empréstimos não são, necessariamente, péssimos pagadores ou caloteiros. Podem ter enfrentado problemas de saúde ou desemprego”, avalia Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PRO TESTE.

Fonte: Pro Teste

Aneel aprova compensação a consumidor por blecaute


Multas antes aplicadas nas distribuidoras por cortes de energia agora serão revertidas em redução de tarifa

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje mudanças nas regras da distribuição de energia, que transformarão em compensação direta ao consumidor as multas que hoje são cobradas das distribuidoras que estourarem seus limites de duração e frequência dos blecautes (medidos pelos índices DEC e FEC, respectivamente).

O superintendente de regulação da distribuição da agência, Paulo Henrique Silvestre Lopes, explicou que no sistema de hoje já existe uma compensação individual a ser paga via conta de luz aos consumidores quando as empresas não cumprem os níveis exigidos de qualidade do serviço. A diferença, explicou, é que hoje essa devolução de dinheiro ao consumidor é muito pequena.

Com as regras antigas, em 2008 as distribuidoras pagaram R$ 131 milhões, a título de multa, por descumprimento do DEC e FEC e em compensações individuais aos consumidores. Mas, explicou Silvestre Lopes, desse total, apenas 10%, ou R$ 13 milhões, foram pagos como compensação.

Se as novas regras, que começarão a valer em 1º de janeiro, já estivessem em vigor em 2008, não só o montante total seria maior, de R$ 180 milhões, como seria todo pago aos consumidores, já que não haverá mais multa e toda a diferença será revertida para as tarifas.

"O que queremos não é que as empresas paguem as compensações, mas sim estimular a melhoria do serviço", disse Silvestre Lopes.

Ele explicou que outra diferença que será sensível ao bolso das empresas é o fato de que as multas, hoje, são calculadas apenas uma vez por ano. E como as empresas geralmente recorrem, o pagamento chega a ocorrer dois anos depois da falha.

Já a compensação aos consumidores será mensal. Ou seja, se o limite de interrupções for estourado neste mês, o cliente terá abatimento na conta no mês seguinte.

Fonte: Agência Estado, por Leonardo Goy

Reforma em suaves prestações


Caixa lança linha de crédito para quem quer ajeitar a casa sem se apertar. Empréstimo de até R$ 10 mil pode ser pago em 24 meses nas lojas credenciadas. Dicas de especialistas orientam consumidores a negociar na hora das compras

Papai Noel digital: fique atento na hora das compras on line


Se preparar para sair às compras de Natal muitas vezes pode ser parecido com se preparar para uma maratona, lojas cheias, engarrafamentos, filas em estacionamento, crianças cansadas e irritadas…

Tendo esse cenário como modelo o e-comerce parece o lugar ideal para as compras de Natal, nada de filas, sem dor nas pernas para comparar preços e no final não precisa carregar as sacolas. Uma pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ revelou que 72% dos usuários fizeram pesquisa de preços de produtos e serviços pela web em outubro deste ano, mas só 15% compraram de fato. O resultado evidenciou que a principal razão para esses consumidores não realizarem a compra é receio pela falta de segurança.

Pensando nesses usuários que têm vontade de fazer um Papai Noel digital, mas que temem ter problemas de segurança, reunimos as principais dicas de segurança de alguns especialistas no setor. Para começar aproveite o fim do ano para fazer uma geral no computador, verificando o antivírus e deletando aqueles arquivos que você não precisa mais.

Se tiver adolescente na casa capriche no perfil de segurança – como eles costumas baixar muitas coisas na Internet, acabam deixando o computador mais vulnerável. O antivírus é uma parte dos componentes de segurança, o ideal é optar por pacotes que incluam antisspam, antisspywarer, firewall. Esses componentes devem ser atualizados todos os dias. Mudar as senhas de perfis de Webmail, redes sociais e outros serviços da Web também é uma boa medida preventiva.

Outra dica importante é não se deixar levar por ofertas incríveis, desconfie sempre dos preços exageradamente baixos. A Coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Marcela Oliboni, recomenda procurar um site que tenha também uma loja física e não só virtual para, em caso de reclamação, você ter maior facilidade de acesso físico.

De acordo com os especialistas do Movimento Internet Segura, a melhor forma de pagamento é cartão de crédito, porque de modo geral as administradoras costumam verificar as lojas que estão se associando. No entanto, antes de digitar o número de sue cartão e concluir a compra verifique se o site tem certificado e se é chancelado por alguma organização de segurança. Pesquise em páginas de entidades de defesa do consumidor o número de reclamações sobre a empresa que vai comprar. Sites como o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor /MJ- Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor/ Sindec – alguns Procons e o site Reclame Aqui têm listas dos produtos e serviços mais reclamados pelos consumidores .

Veja ainda se a loja virtual possui telefone de atendimento ao consumidor – o ideal é fazer uma ligação teste para saber se funciona de fato – leia as condições apresentadas pelo site e em caso de dúvida mande um e-mail para a empresa solicitando esclarecimento, o que é uma ótima maneira de saber como é a qualidade e o tempo de resposta do site.

Fique bem atento aos prazos de entrega, pois essa época do ano com o aumento da demanda os atrasos são mais frequentes. Ao concluir a comprar imprima ou salve os comprovantes.

Fonte: Portal do Consumidor

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Capitais terão programa de consumo consciente de sacolas plásticas em 2010


Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e Florianópolis (SC) são as capitais que receberão, no próximo ano, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, afirmou hoje (9) o presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida), Francisco de Assis Esmeraldo. A expectativa é que o programa seja iniciado na capital fluminense entre março e abril de 2010.

A campanha já foi lançada em São Paulo (SP), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Brasília (DF) e Goiânia (GO). Os projetos pilotos desenvolvidos em alguns supermercados, escolhidos nessas cidades para estudar a reação da população, mostraram uma redução média de 11% no consumo de sacolas plásticas no primeiro mês de implantação do programa. A meta, disse o presidente da Plastivida, é atingir uma redução de, no mínimo, 30% no consumo de sacolas plásticas nos supermercados, no prazo de um ano.


"É um programa de conscientização da população para que use e exija sacolas certificadas, que são aquelas que atendem à Norma 14.937 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Isso significa que essas sacolas têm uma capacidade para resistir, no mínimo, seis quilos", explicou Francisco de Assis Esmeraldo.


Pesquisa efetuada pela Plastivida apurou que 61% da população usam as sacolas plásticas pela metade e que 13% usam em duplicidade, ou seja, utilizam mais de uma sacola para levar suas compras para casa. A adoção de sacolas mais resistentes pelo comércio contribui também para o descarte responsável do plástico pela população, salientou Esmeraldo.


"Você está reduzindo o desperdício. A população retira hoje mais sacolas porque sabe que a qualidade é ruim e não aguenta [o peso]". Exigir sacolas com qualidade é um direito do consumidor, acrescentou. A campanha é uma parceria da Plastivida com o Instituto Nacional do Plástico (INP).


Fonte: Agência Brasil, por Alana Gandra

Ministério da Justiça investiga suposto cartel de painéis TFT-LCD


A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça instaurou na semana passada, processo administrativo para investigar suposto cartel internacional entre fabricantes de painéis de TFT-LCD - a principal aplicação deste painel é em telas planas de cristal líquido (LCD).


Fabricados em diferentes tamanhos, os painéis são usados como insumos principalmente em aparelhos que visam a mobilidade, como notebooks, celulares, vídeo games portáteis e reprodutores de arquivos de áudio e vídeo como Ipods, além de televisão e monitores de computadores.


As empresas investigadas pela SDE são Chungwa Picture Tubes Ltd; Hitachi Displays, Ltd.; LG Display Co. Ltd; Samsung Electronics Corporation; Sharp Corporation e Epson Imaging Devices Corporation.


Em 2006, o mercado mundial de TFT-LCD movimentou aproximadamente US$ 70 bilhões. Segundo apurado pelo Ministério da Justiça, o Brasil não tem produção local de painéis de TFT-LCD. Toda a demanda é atendida por importações.


As suspeitas da SDE são de que os investigados desenvolveram o cartel internacional no mercado de painéis de TFT-LCD por meio das seguintes condutas: reuniões, conversas e comunicações em Taiwan, Coréia e Estados Unidos; ajuste de preços nestas reuniões e conversas; envio aos demandantes de orçamentos de acordo com o pré-ajustado com os outros concorrentes e trocas de dados relativos às vendas de painéis de TFT-LCD, com a finalidade de monitorar e obrigar a efetivação dos acordos entre concorrentes.


Além disso, havia troca de informações comercialmente sensíveis como oferta, demanda e planos de expansão, com reuniões bilaterais e multilaterais, também com referência a acordos de divisão de clientes.


As empresas e os executivos investigados terão 30 dias para se defender das acusações. Caso condenados, poderão pagar multa de até 30% do faturamento da empresa no ano de 2008.


Prática já recebeu condenação nos EUA


Todas as empresas investigadas pela SDE, à exceção de Samsung Electronics Corporation, confessaram a prática de cartel internacional com efeito em todos os países consumidores do produto e pagaram multas nos Estados Unidos (EUA) de aproximadamente US$ 650 milhões.


Também há fortes indícios da participação da Samsung Electronics Corporation no cartel - a prática teria durado pelo menos de setembro de 2001 a dezembro de 2006.


Fonte: Ministério da Justiça

Cadastro Positivo


Procon-SP manifesta-se contra a alteração do artigo 43 do CDC


A Fundação Procon-SP manifesta publicamente sua oposição ao Projeto de Lei 263/2004, que tramita no Congresso Nacional e altera um artigo do Código de Defesa do Consumidor para estabelecer o Cadastro Positivo nos Sistemas de Proteção ao Crédito.


O Procon-SP entende que o projeto não contempla o direito fundamental à privacidade e os objetivos e princípios da Política Nacional das Relações de Consumo, como o respeito à dignidade e proteção dos interesses econômicos dos consumidores.


A proposta, que tem o seu alcance delimitado às atividades de outorga de crédito e concessão de financiamento, não garante uma situação isonômica entre os consumidores que eventualmente tenham um apontamento positivo, já que o consumidor que não tenha utilizado nenhuma forma de crédito em data anterior a uma consulta não terá os seus dados inseridos no cadastro, podendo ser prejudicado em função disso.


Além disso, o projeto não delimita a forma como as instituições poderão fazer uso do cadastro, não definindo, entre outros, temas como:


1) a utilização de informações para fins de identificação de clientes potenciais e de pesquisas mercadológicas;


2) quais os instrumentos para o consumidor consentir em ter os seus dados inseridos no cadastro;


3) como será a comunicação dos bancos de dados;


4) qual a finalidade da informação e


5) a responsabilidade pelo desvirtuamento da finalidade.


De acordo com o PL, ao artigo 43 do Código de Defesa do Consumidor seria acrescentado o parágrafo 6º: “No fornecimento de produtos ou serviços que envolvam outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor, o fornecedor informará aos sistemas de proteção ao crédito, para formação de cadastro positivo, somente o adimplemento da obrigação contraída, sempre que houver a prévia concordância e autorização expressa do consumidor para tal registro.”


A fundação entende que instrumentos de controle sobre o uso de dados devem ser instituídos em busca da prevenção de riscos aos direitos e interesses dos consumidores e que qualquer proposta legislativa deve estar em harmonia com os objetivos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e da Política Nacional e Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor.


Fonte: Fundação Procon/SP

Entidade internacional elege as piores empresas de 2009


As companhias Audi, BP, easyJet e Microsoft são as "campeãs" de marketing verde


O "Prêmio Piores Empresas", concedido anualmente às companhias que adotam comportamentos pouco respeitosos com os consumidores chega à sua terceira edição. A eleição é organizada pela Consumers International (CI), entidade que congrega organizações de defesa do consumidor de todo o mundo, entre as quais o Idec.


Desta vez, o prêmio foi baseado exclusivamente no chamado "greenwashing", que é a prática de propagandear supostas qualidades ecológicas de produtos e serviços que não condizem com a realidade. Em português, apelidamos a prática de "marketing verde". Nada mais apropriado para o momento em que ocorre a Conferência do Clima, que reúne a comunidade global para tentar enfrentar o avanço do aquecimento global.


As "vencedoras" desta edição são a montadora Audi, a petroleira BP, a companhia aérea europeia easyJet e a Microsoft, gigante do setor de informática. O objetivo da premiação foi chamar a atenção para as empresas que ignoraram o direito do consumidor de ter informações verdadeiras e confiáveis sobre o impacto ambiental dos produtos e serviços que adquire, a fim de que façam escolhas conscientes.


Um prêmio especial também foi concedido à organização "CO2 is Green" (CO2 é verde, em português), patrocinada por várias importantes petroleiras da União Européia, que alega que o aumento do nível de gás carbônico é bom para o meio ambiente! Os inúmeros estudos científicos que provam o contrário são, claro, ignorados.


Marketing verde


A Audi recebeu o "troféu abacaxi" por dar a entender, em sua glamorosa campanha de marketing, que seu novo carro movido a diesel A é limpo e não prejudica o meio ambiente, além de sugerir que conduzir o veículo é tão ecológico quanto andar de bicicleta!


A BP, apesar de propagandear frequentemente a respeito de sua divisão de "energia alternativa", tem, na verdade, reduzido investimentos e adiado projetos relativos a energias renováveis.


Já a easyJet não cansou de alardear que seus aviões são mais ecológicos que um carro híbrido, muito embora tenham sido apontados vários erros de cálculo no gráfico comparativo que a empresa divulgou.


A Microsoft, por sua vez, divulgou seu novo software Windows 7 como ecológico porque agregou alguns mecanismos de economia de energia em relação à versão anterior, Vista. O preocupante, contudo, é que a empresa incentiva os consumidores a comprarem um novo computador para poder aproveitar melhor programa. Ou seja, fica claro que o interesse da empresa, que também fabrica hardware, é fazer com que os usuários troquem seus equipamentos e para isso se vale da idéia de ecologia.


Fonte: Idec

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Etiquetas Têxtil – Você Considera Importante?


As etiquetas presas nas roupas e em quaisquer tecidos são tão importantes quanto os rótulos nos alimentos. Assim como os rótulos, as etiquetas são a principal fonte de informação sobre a roupa que você está comprando, ela é um excelente instrumento para auxiliar sua decisão de comprar e não correr o risco de levar para casa “gato por lebre”.


De acordo com o Inmetro as roupas disponíveis no mercado consumidor devem ter, obrigatoriamente, o nome ou razão social ou marca registrada, CNPJ ou CPF; país de origem; composição têxtil; tratamento de cuidado para conservação e indicação de tamanho ou dimensão.


Uma pesquisa divulgada no “Bom Dia Brasil”, da Rede Globo de Televisão, que foi ao ar no dia 28/10, mostrou que 77% dos consumidores brasileiros cortam as etiquetas antes de estrear as roupas.


Cortar a etiqueta significa descartar todas as informações sobre a maneira correta de lavar, secar e passar. A Advogada Juliana Azevedo, da Divisão de Orientação e Incentivo à Qualidade do Inmetro, lembra que o CDC prevê direitos e deveres para os consumidores e que, a ausência de observação, por parte do consumidor, das etiquetas que contém informações sobre a composição e conservação extingue a responsabilidade civil do fornecedor.


Conforme artigo dos Adelgício Leite, Engenheiro Têxtil, e Vanderlei Oliveira dos Santos, Mestre em Ciências, da Divisão de Verificação da Conformidade – DIVEC/Inmetro, as etiquetas de todos os produtos têxteis, desde setembro do ano passado, estão sendo produzidas conforme novo Regulamento Técnico Mercosul sobre Etiquetagem de Produtos têxtil. As principais mudanças trazidas por esse novo regulamento foram: incluir a “dimensão” para os produtos da linha cama, mesa, banho e a identificação fiscal para abrangência aos autônomos (CPF).


De acordo com a Abravest, a partir do ano que vem as etiquetas vão trazer também informações sobre as medidas da peça, como a largura da cintura. Essa medida faz parte de um processo de padronização do tamanho das roupas, que está sendo implantado no país.


As indicações de conservação das roupas podem vir por desenhos, textos ou os dois. Mas de acordo com o Instituto de Pesos e Medidas, o órgão que fiscaliza o cumprimento da lei, 95% das confecções preferem adotar os símbolos, uma linguagem universal em vários países, mas que na prática ainda causa confusão nos consumidores.


Uma enquete publicada no site Portal do Consumidor publicada no ano de 2008 evidenciou que 74% dos participantes não entendem as etiquetas de conservação das roupas.


Dessa forma, é preciso estar atento aos principais símbolos - NBR 8719 – que indicam as formas de conservação. Esse conjunto de símbolos e a combinação entre eles expressam a maioria das informações que você precisa saber sobre a sua roupa.


Fonte: Inmetro

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Voos regulares registram 13% de atraso no mês de novembro


Levantamento realizado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) revelou que, no mês de novembro, 13% dos voos regulares no Brasil registraram atrasos acima de 30 minutos.


Em relação a outubro, quando o índice de voos atrasados foi de 13,8%, houve queda de 0,8 ponto percentual, e, na comparação com o mesmo período do ano passado (16,6%), recuo de 2,8 p.p.


Índices de atraso por companhia


Entre as cinco maiores empresas aéreas do Brasil, a Azul teve o menor índice de atrasos no mês passado. Em novembro deste ano, 5,5% dos voos saíram com atraso; já no mês de outubro, esse número era de 6,9%.


Já a única empresa que registrou aumento nos números de atrasos foi a TAM, com o índice passando de 14,7% em outubro para 15,3% em novembro (+0,6 ponto percentual).


A empresa aérea Webjet registrou índice de atraso de 11,4%, um recuo de 1,2 ponto percentual em relação a outubro (12,6%).


A GOL/Varig teve uma diminuição de 2 pontos percentuais, sendo que, em outubro, 11,7% dos voos saiam com atraso e, em novembro, foram 9,7%.


A OceanAir, por sua vez, registrou em outubro 9,5% de voos atrasados, número que caiu para 9,1% em novembro.


Outras companhias


Ainda segundo a Anac, entre as empresas que realizam rotas regionais, a Passaredo foi a companhia com melhor desempenho, visto que 10,5% de seus voos decolaram com atrasos maiores do que 30 minutos, frente a 16% em outubro.


Em seguida, estão a Pantanal, com índice de 13,9%, e a Trip/Total, com 21,6%.


Fonte: InfoMoney, por Gladys Ferraz Magalhães

Vinhos e espumantes: dicas para as compras de fim de ano


Natal e Ano Novo são comemorações que impulsionam o consumo de vinhos e espumantes, bebidas mais procuradas nesta época do ano. A compra desses produtos ainda geram muitas dúvidas para os consumidores, por isso é preciso estar atento aos cuidados que começam na hora da compra.


Quem é quem?

Antes de comprar a bebida que irá acompanhar a refeição ou ser usada na comemoração é importante saber como elas são classificadas, o que ajuda a entender melhor o que dizem os rótulos.

Uma forma de diferenciar os vinhos seria pela presença ou ausência de espumas e bolhas. O vinho que contêm gás carbônico, ou seja, apresenta espuma e produzem bolhas é conhecido como espumante. Quando estas características estão presentes de forma menos perceptível, temos um vinho do tipo frisante. O vinho tranqüilo é aquele que não contém nenhum destes diferenciais (espuma e bolha).

Os vinhos são feitos a partir de uvas tintas e brancas. No caso dos espumantes os tipos mais conhecidas são as tintas Pinot Noir e Pinot Meunier e a branca Chadonay, oriundas da região dos espumantes mais conhecidos no mundo, Champagne , na França. Quando a bebida é feita somente com uvas brancas, ela é chamada de Blac de Blanc e no caso de sua composição conter apenas uvas tintas, é classificada como Blanc de Noir. Existe também a rosée que pode ser originada de uma forma diferenciada na fermentação ou a partir da mistura de vinhos brancos e tintos.

O grau de açúcar que cada vinho contém também provoca diferenciação, veja a classificação abaixo:


Brut nature (sans-dosage) – o mais seco dos espumantes, tem menos que dois gramas de açúcar por litro

Extra brut – menos de seis gramas de açúcar residual por litro

Brut (ou bruto) – acima de seis gramas e em nível inferior a 15 gramas por litro

Extra dry – entre os Proseccos, tem entre 12g e 20g por litro

Sec (ou dry) – tem entre 17g e 35g de açúcar por litro

Demi-sec (ou meio-seco) - traz entre 33g e 50g

Rich (doux ou doce) – Tendo mais que 50g de açúcar residual por litro

Como comprar e armazenar?

- Na hora da compra, evite bebidas armazenadas próximas a locais aquecidos, expostas ao sol e perto de produtos de higiene e limpeza.

-Confira no rótulo o tipo e os componentes da bebida, assim como a origem, o prazo de validade e instruções.

-Verifique também se não há sujeira no conteúdo da garrafa e se o nível do líquido não está abaixo do normal.

- Observe se a rolha está em boas condições ou se há manchas no rótulo e dê preferência àquelas que estiverem menos expostas à luz, pois muita luminosidade pode afetar sua qualidade.

- Caso a compra seja efetuada pela internet é bom que o consumidor conheça bem o produto que deseja comprar, uma vez que não contará com o acompanhamento de um consultor e não poderá analisar o produto pessoalmente. É importante lembrar também que a forma de transporte pode prejudicar as propriedades do vinho.

Confira também as condições de troca oferecida no site e verifique o produto no ato da entrega.

- Para boa conservação das bebidas, mantenha as garrafas deitadas, protegidas da umidade, iluminação e calor excessivo, à uma temperatura média de 12 a 14º C. Evite comprar grandes quantidades se não tiver locais adequados para armazenar.

Como servir?

No artigo "Vinho na temperatura certa é bem melhor – saiba o porquê", o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Mario Celso Zanus, baseia-se nos princípios científicos e valores médios sugerido pelos enólogos para sugerir as seguintes temperaturas ao consumo das bebidas:


Fonte: Portal do Consumidor

Quase 40% das reclamações de serviços financeiros não são atendidas


Boa parte das reclamações dos consumidores a respeito de assuntos financeiros não tem sido atendidas, de acordo com o Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas, divulgado pelo Ministério da Justiça na última semana.


O documento mostra que 38,86% (8.671) das reclamações da área não foram atendidas no período entre setembro de 2008 e agosto de 2009, em 20 estados mais o Distrito Federal. Os dados obtidos são dos Procons que integram o Sistema Nacional de defesa do Consumidor (Sindec), coordenado pelo DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor) do Ministério da Justiça - o que exclui o Procon-SP.


As reclamações do setor financeiro somaram 22.316 no período, das quais 13.645 (61,41%) foram resolvidas.


Total nacional


O Cadastro Nacional 2009 contém 104.867 reclamações fundamentadas contra mais de 10 mil fornecedores. Do total, 73.342 (69,94%) reclamações foram atendidas pelos fornecedores e 31.525 (30,06%) foram não atendidas.


É considerada uma reclamação fundamentada aquela que possui algum tipo de suporte à queixa do consumidor, como uma nota decompra, fotografia do produto, recibo, declaração do fornecedor,anúncio de jornal etc.


Fonte: InfoMoney

Fusões aumentam as reclamações


Interessante a constatação a seguir, divulgada no jornal A Noticia: as empresas que se uniram para formar uma ainda maior são as que mais sofrem reclamações dos consumidores: o que isso quer dizer? Falta de respeito ao consumidor? Volta do monopólio? Interesse só no lucro, sem se preocupar com o restante? Tire suas conclusões, ao ler o texto (eu, particularmente, acho que tudo um pouco...).


A fusão de empresas ajudou a aumentar o número de reclamações dos consumidores no setor de telecomunicações e bancos. A Oi/Brasil Telecom e o Itaú/Unibanco, que passaram por esse processo nos últimos meses, lideram o ranking das empresas que mais reclamações produziram entre os consumidores neste ano, segundo levantamento divulgado ontem pelo Ministério da Justiça. Em 2008, a Oi estava em sétimo lugar e a Brasil Telecom em sexto. Já o Itaú e o Unibanco nem apareciam na lista das dez mais criticadas pelos consumidores.


Fonte: Jornal A Noticia

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Diário de bordo...

Final de ano chegando, correria, estresse etc e tals...nada melhor do que uma paradinha, para recarregar as baterias, nem que seja apenas em um final de semana.
Fomos a praia do Estaleirinho (Interpraias, próximo de Balneário Camboriú), cenário perfeito para relaxar, curtir, caminhar na praia e dormir num silêncio completo (quase agoniante, de tão perfeito...).
A pousada era muito legal, num ambiente familiar, tranquilo e com a simpatia do sr. Satoshi, um ótimo anfitrião que nos acolheu sempre com um sorriso no rosto, paciência e transmitindo felicidade e harmonia a cada frase...também pudera, o lugar fica praticamente encravado no meio da vegetação silvestre, com verde pra todo o lado.
Olha só a vista da janela do quarto, acordando com o canto dos pássaros e pronto para encarar a semana de trabalho (quase chegando a parada de final de ano, ufa):


O nome da pousada? Harmonia, que outro nome poderia ter?
Recomendo a todos, quando passarem por lá...muito legal e aconchegante.
Aproveitem para conhecer, visitando o blog: http://www.harmoniasc.blogspot.com/.
Recomendo. Até a próxima, sr. Satoshi!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Inmetro vai avaliar qualidade do serviço de banda larga


Metodologia foi apresentada previamente às operadoras que, entretanto, desconhecem quais os serviços contratados que estarão sendo analisados

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) está instalando equipamentos em casas de voluntários que irão monitorar a qualidadedo serviço de banda larga prestada pelas operadoras de telecomunicações. O trabalho será realizado a partir deconvênio firmado este anocom a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) braço técnico do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Os equipamentos irão monitorar a qualidade da rede por três meses, verificando também o atendimento aos usuários. Durante esse período, os voluntários não poderão usar o serviço de banda larga para fins pessoais. Souza estima que até o final do ano os 100 equipamentos programados já estarão instalados em sete das principais capitais do país. "A gente quer verificar como está o serviço real da operadora. Nós temos condições de medir com bastante precisão isso", afirmou o chefe da Divisão de Metrologia em Telecomunicações do Inmetro, Rodolfo Souza.

Segundo ele, o objetivo do projeto é fazer a avaliação da banda larga fixa dos principais provedores que existem no mercado, "tanto por cabo, como por modem, [abrangendo] as diversas tecnologias que existem". A metodologia foi apresentada previamente às operadoras que, entretanto, desconhecem quais os serviços contratados que estarão sendo analisados. O Inmetro está coletando os comentários das empresas sobre o estudo. As cidades onde estão sendo efetuados os testes foram escolhidas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil. Nessascapitais há pontos de troca de tráfego de todas as operadoras. Souza informou que isso permitirá ao Inmetro avaliar o comportamento de cada operadora. A expectativa é divulgar os resultados no início de 2010. Ele ressaltou, contudo, que o trabalho não tem característica de fiscalizção. "Ou seja, não vai aplicar uma multa". A finalidade é mostrar a qualidade do serviço que está sendo prestado. "É mais um cunho informativo."

Até a primeira metade do ano que vem, Souza esperaque seja iniciada a segunda fase do estudo, abrangendo a banda larga móvel. A metodologia de testes será, entretanto, diferente da pesquisa para banda larga fixa. A ideia é o Inmetro contratar cinco ou seis serviços de banda larga móveis, sem que a operadora saibaqual é a finalidade proposta,para poder analisar a mobilidade e área de cobertura, entre outros fatores. Serão feitas divulgações parciais dos resultados, medida em que eles sejam alcançados. O estudo deverá ocorrer em sete ou oito capitais brasileiras. A metodologia será apresentada em breve às operadoras. "Todo esse processo é muito transparente, muito claro e formal", afirmou Souza.

Fonte: Gazeta do Povo

Aos dois anos, TV digital confunde consumidor


A TV digital brasileira completa dois anos na quarta-feira. Segundo o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), foram mais de 2 milhões de receptores vendidos (incluindo televisores, set-top boxes, celulares e conversores para computador).

O sinal digital está no ar em 26 cidades brasileiras, à frente do cronograma oficial. A Argentina, o Chile, o Peru e a Venezuela aderiram à tecnologia nipo-brasileira, e o Equador e Cuba avaliam sua adoção. "Vou para Moçambique no domingo (hoje), para apresentar a tecnologia para 250 representantes de vários governos da África", informa Frederico Nogueira, presidente do Fórum do SBTVD.

Tudo isso pode ser visto como indicadores de sucesso, mas ainda existe um grande desafio: fazer com que a TV digital seja entendida pelo consumidor. Os fabricantes empreendem esforços, com demonstrações, treinamento de vendedores e sites especiais, para explicar o que é essa tecnologia. O Fórum do SBTVD, que reúne emissoras, fabricantes e governo, prepara uma campanha de esclarecimento para janeiro.

"O consumidor sabe que a TV digital é melhor que a analógica, mas não sabe direito porque", diz Marcio Portella Daniel, diretor de Eletrônicos de Consumo da Samsung. Desde o começo do mês, a empresa passou a comparar, em algumas lojas e shopping centers, a TV digital à analógica, para que o consumidor possa ver na prática quais são as diferenças. "As vendas têm dobrado nesses lugares", destaca Daniel.

Mais quais são as principais dúvidas? Em primeiro lugar, a TV digital que foi lançada há dois anos não tem nada a ver com a TV paga. As empresas de televisão por assinatura - como Net, TVA e Sky - também têm seus pacotes digitais. Os serviços via satélite, como o da Sky, sempre foram digitais. A TV digital aberta, no entanto, tem características próprias e o espectador precisa ter equipamentos específicos para assisti-la. O consumidor precisa de um conversor ou uma TV com receptor embutido para assistir a TV aberta digital. Também precisa de uma antena UHF.

Outra dúvida comum é confundir alta definição com TV digital. Nem todo programa transmitido digitalmente tem alta definição, que oferece uma qualidade de imagem seis vezes melhor que a convencional. Para assistir uma imagem em alta definição, é necessário uma TV no formato Full HD. Se o espectador ligar um conversor à TV de tubo terá provavelmente uma imagem melhor, mas não a alta definição.

Fonte: Agência Estado

Cobertura para danos elétricos é opção de seguro em tempos de apagão


Você faz tudo certinho, mas aí vem um apagão e queima aquela TV de última geração que você ainda nem acabou de pagar. Prejuízo? Não, se você contar com uma apólice de seguro que cobre danos elétricos.

Vinculada tradicionalmente a outros tipos de seguros, como o residencial, a cobertura de danos elétricos é uma alternativa para amenizar estragos causados por curto-circuito, variação de tensão ou falta de energia elétrica, como o blecaute ocorrido no início do mês de novembro.

Este tipo de apólice, segundo informa o coordenador de produtos da Porto Seguro, Marcelo Santana, tem seu preço definido de acordo com a cobertura contratada pelo cliente, respondendo, por exemplo, de 15% a 20% de uma cobertura de R$ 200 mil.

Quando contratar?

Ter os aparelhos domésticos protegidos é sempre uma recomendação, entretanto, ela fica mais evidente para quem mora em locais com bastante variação de tensão ou mesmo para pessoas que não podem desligar os aparelhos por conta de algum compromisso profissional.

No mais, independentemente de ter seguro ou não, é sempre importante retirar da tomada os eletroeletrônicos que não estiverem sendo utilizados e desligar todos os aparelhos, quando houver falta de energia, já que a maior parte dos problemas ocorre quando o fornecimento volta.

Já para aqueles que costumam esquecer os aparelhos ligados, uma alternativa de proteção é a instalação de um supressor de surtos ou um estabilizador que incorpore esta função, sendo que, no caso dos computadores, também é necessária a instalação de um no-break.

Fonte: InfoMoney

Compras de Natal on-line: consumidor deve ficar atento ao prazo de entrega


O aumento nas vendas da época de Natal, usualmente, provoca um "gargalo" nas entregas das lojas on-line. Muitas delas podem não estar preparadas para suprir a demanda, fazendo com que os presentes de Natal não cheguem a tempo da festa.

Para evitar esse tipo de problema, o MIS (Movimento Internet Segura) aconselha que o consumidor fique atento ao prazo de entrega prometido no site. "Uma das boas práticas dos lojistas é informar o seu compromisso de entrega antes da conclusão do pedido. Caso a loja não informe, é um sinal de que ela não está sendo transparente e talvez o cliente deva procurar outra loja", disse o consultor do MIS, Gastão Mattos.

Mattos afirma que o planejamento da compra pelo usuário é uma consideração importante no período de Natal. Nas três semanas que antecedem à comemoração, o volume de pedidos é equivalente à venda de mais de dois meses em períodos normais.

"Claro que as grandes lojas e seus fornecedores se prepararam para absorver esse impacto, mas uma boa sugestão é antecipar as comprar para evitar os picos dos últimos dias", alertou o especialista.

Segurança

O consultor aponta ainda algumas providências que os consumidores devem tomar para aumentar a segurança de suas compras on-line. Uma delas é verificar o histórico da loja: se ela é bem recomendada ou se há muitas reclamações sobre os serviços prestados.

"Outra recomendação é dar preferência pela compra com cartão de crédito, pois as empresas que fornecem o cartão geralmente analisam a integridade da operação das lojas antes de permitir que sejam aceitos cartões", afirmou Mattos.

Existe ainda o cuidado que se deve tomar ao usar computadores públicos, como os de lan houses e cibercafés. "Mesmo o pagamento por boleto pode ser perigoso neste caso, pois, embora os dados do cartão sejam preservados, os dados da pessoa, como endereço e CPF, podem ser armazenados para uso em um futuro golpe", disse Mattos.

Caso o consumidor não tenha computador com acesso à internet em casa, Mattos recomenda o uso de computadores de amigos próximos ou do trabalho para efetuar as compras.

Números

Segundo dados da câmara e-net (Câmera Brasileira de Comércio Eletrônico), a internet deve movimentar em 2009 mais de R$ 10 bilhões, sem considerar os sites de leilões e a compra de passagens aéreas. O montante representa um crescimento de 30% sobre o faturado no ano passado.

Fonte: InfoMoney

Sem calor e sem susto na conta


Uma dica do Jornal de Santa Catarina de como economizar energia com o uso do ar-condicionado e ventilador e, com isso, deixar de gastar demais. Acompanhe:


Aprenda a calcular quanto custa usar o ar-condicionado e o ventilador e como fazer para economizar energia

O verão ainda não começou, mas o calor já faz parte do dia a dia da população. E para se livrar das altas temperaturas vale tudo: ar-condicionado convencional, split, portátil, ventilador comum e de teto. Aí vem o problema. Se não houver cuidado, o valor da conta de energia elétrica dá um salto. Fazer manutenção periódica e escolher eletrodomésticos com selo A do Procel ajudam na economia de energia. Mas, para saber quanto custa usar cada aparelho, há duas contas simples. Basta multiplicar a potência do eletrodoméstico, medida em watts, pelas horas que ele fica ligado diariamente e pelos dias que foi usado durante o mês. O resultado deve ser dividido por 1.000. Assim, obtém-se o consumo médio mensal, em quilowatts-hora (kwh). Aí, basta multiplicar pela tarifa cobrada por quilowatt para saber o quanto será gasto.

Em Blumenau, a tarifa da Celesc para residências é R$ 0,35 até 150 kwh e R$ 0,42 acima disso. Para comércios é R$ 0,39. Desta forma, um ar-condicionado com 754 watts de potência, ligado por três horas, 30 dias, custará R$ 23,75 se o consumo da casa foi inferior a 150 kwh, ou R$ 28,50 se for superior.

Comprar eletrodomésticos com o selo A do Procel ajuda a diminuir gastos. Conforme Gerson Gurtler, responsável técnico de uma empresa que vende e faz manutenção em ar-condicionados, muitos clientes optam por aparelhos com o selo A mesmo tendo preço mais alto, isso porque consomem menos energia. O coordenador do programa Procel Eficiência Energética da Celesc de Blumenau, Jorge Zimmermann, dá um exemplo:

– O ar-condicionado split com selo A, ligado 5 horas por dia, tem custo médio de R$ 50 mensais. O com selo E, gasta R$ 150.

Ar-condicionados podem não ser os vilões da conta. Ventiladores, principalmente de teto, podem consumir mais.

– Quatro ventiladores ligados o dia todo consomem mais do que um ar-condicionado ligado por algumas horas – diz Zimmermann.

Fonte: Jornal de Santa Catarina, por Priscila Sell.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Protetores solares em teste: metade das marcas não é eficaz


Verão se aproximando, praia, sol, calor, todo mundo se prepara para estar a beira-mar, desfrutando e curtindo para relaxar e recarregar as baterias...


Mas o consumidor deve ficar atento no uso do protetor solar, pois se utilizado indevidamente, pode causar mais transtornos do que se não utilizado, previna-se.


Como sempre e a toda hora minha esposa recomenda: “não saia de casa sem passar o protetor”...mas, você sabia que inclusive dentro de casa podemos ficar expostos a radiações nocivas a saúde? Sim, é verdade, as lâmpadas fluorescentes podem causar mal, assim como a exposição excessiva do sol, dermatologistas inclusive recomendam o uso de protetores o tempo todo, pois a exposição ao sol ou outros agentes, nesta época do ano é muito perigosa.


Falando em protetores solares, aproveito para disponibilizar uma reportagem veiculada pelo Jornal da Tarde, em teste realizado com as marcas que o consumidor encontra facilmente no mercado, a dica me foi repassada pela consumidora consciente e aplicada, Celita Pinto Rauen, vamos a noticia:



Análise mostrou que de 10 marcas, 5 não são resistentes à luz e ao calor, perdendo o poder de proteção


Análise realizada pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (ProTeste) apontou que cinco das dez principais marcas de protetor solar em loção vendidas no País não são eficazes. O teste mostrou ainda que dois produtos não são resistentes à água e quatro não bloqueiam raios UVA. Foram analisados produtos com FPS 30 (fator de proteção aos raios UVB), para peles sensíveis. Apenas dois protetores, o L’Oréal Solar Expertise e o Cenoura & Bronze, foram aprovados no teste.




No teste de fotoinstabilidade, no qual o FPS dos produtos foi medido antes e depois da exposição a uma temperatura de 40 graus, os modelos Avon, Hélioblock, Nivea, Banana Boat e Sundown foram reprovados (veja quadro abaixo). "O produto da Nivea perdeu 50% do seu FPS. Um protetor FPS 30, após uma hora de uso, fez o efeito de um FPS 15. O produto da La Roche Posay manteve 62% de sua proteção indicada no rótulo. No entanto, todos os produtos oferecem proteção à radiação UVB", afirma Marina Jakubowski, química da ProTeste. A análise apontou ainda que, apesar de ser resistente à luz e ao calor, o protetor da Coppertone informava na embalagem um fator de proteção, FPS 30, maior do que o medido, 25.


A eficiência dos produtos depois de expostos à água também foi avaliada. Nas embalagens, os fabricantes dos dez protetores afirmam que eles são resistentes. No entanto, após imersão por meia hora, a resistência do Natura caiu para 30% do FPS inicial e a do Sundown para 55% da proteção indicada na embalagem. Para Sérgio Schalka, especialista em fotoproteção e professor da Faculdade de Medicina da USP, a diminuição do FPS é natural. "Mesmo os produtos que se declaram resistentes à água perdem, após 40 minutos de imersão na água, até 50% do FPS", afirma.


A presença de substâncias bloqueadoras dos raios UVA, que predispõe ao câncer da pele, consta nos rótulos dos 10 produtos. Porém, apenas três embalagens indicam o grau de proteção a esse tipo de radiação: Cenoura & Bronze, L’Oréal Solar Expertise e Natura Fotoequilibrio. Apesar de não existir controle ou exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre esse tipo de raio, especialistas afirmam que os produtos devem oferecer no mínimo um terço do FPS em proteção UVA. "É uma radiação que incide o dia inteiro e penetra nas camadas mais profundas da pele. Provoca rugas mais profundas, manchas, endurecimento da derme e aparência ressecada, pois destrói as fibras colágenas e elásticas", diz a dermatologista Selma Cernea, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Coppertone, Episol, Natura e Banana Boat foram reprovados por oferecerem proteção aos raios UVA inferior a 1/3.


Qualidade nacional


Marina Jakubowski afirma que o teste foi aplicado com os mesmos produtos vendidos no mercado internacional e os resultados foram outros. "A maioria dos fabricantes é de empresas internacionais. Testes realizados por laboratórios internacionais apontam que lá fora os mesmos protetores são bem avaliados. O que demonstra que eles (empresas) têm a fórmula, mas fora o nome, os produtos comercializados aqui não são os mesmos", diz.


OS TIPOS DE RAIOS


UVB


Incidência aumenta no verão, principalmente no período das 10 horas às 14 horas. Penetram superficialmente na pele e causam as chamadas queimaduras solares. É responsável pelas alterações celulares que predispõem ao câncer da pele.


UVA


Possui intensidade constante durante todo o ano, atingindo a pele praticamente da mesma forma durante o inverno ou o verão. Sua intensidade também não varia muito ao longo do dia. Penetra profundamente na pele, sendo responsável pelo envelhecimento. Também predispõe a pele ao surgimento do câncer.


O QUE OS MÉDICOS RECOMENDAM:


- use chapéu


- evite as horas com o sol mais quente


- hidrate a pele


Fonte: Jornal da Tarde, por Felipe Oda