
Critérios
Para pontuar as empresas, a ANS utilizou quatro critérios: a atenção dada à saúde, a situação econômico-financeira da operadora, a estrutura de atendimento e a satisfação dos clientes. A ênfase foi dada aos dois primeiros itens, que respondem por 80% da nota. Eles mensuram, respectivamente, a qualidade do serviço prestado e a garantia de atendimento que a empresa oferece aos associados - e foi justamente nesse segundo quesito que os planos de saúde mais derraparam.
“Ao avaliar a situação econômica da operadora, a ANS está ponderando se a empresa tem reservas financeiras suficientes para, em caso de quebra, continuar pagando os fornecedores e mantendo o atendimento aos segurados até que sua carteira de clientes seja transferida para outra operadora”, diz Pedro Fazio, consultor especializado no mercado de saúde suplementar. “Portanto, se muitas empresas estão com notas baixas nesse quesito a situação é preocupante.”
Para Santos, o aumento da concorrência e facilidades, como a possibilidade para os contratos firmados a partir de 1999 de trocar de plano sem carência (portabilidade), podem explicar o movimento em direção aos planos com melhor avaliação. Mas ele também destaca a valorização do índice pelas operadoras como instrumento de marketing. “Elas viram que pode ser um diferencial importante no mercado e passaram a ter mais preocupação com as avaliações.” A ANS não faz um ranking.
Para pontuar as empresas, a ANS utilizou quatro critérios: a atenção dada à saúde, a situação econômico-financeira da operadora, a estrutura de atendimento e a satisfação dos clientes. A ênfase foi dada aos dois primeiros itens, que respondem por 80% da nota. Eles mensuram, respectivamente, a qualidade do serviço prestado e a garantia de atendimento que a empresa oferece aos associados - e foi justamente nesse segundo quesito que os planos de saúde mais derraparam.
“Ao avaliar a situação econômica da operadora, a ANS está ponderando se a empresa tem reservas financeiras suficientes para, em caso de quebra, continuar pagando os fornecedores e mantendo o atendimento aos segurados até que sua carteira de clientes seja transferida para outra operadora”, diz Pedro Fazio, consultor especializado no mercado de saúde suplementar. “Portanto, se muitas empresas estão com notas baixas nesse quesito a situação é preocupante.”
Para Santos, o aumento da concorrência e facilidades, como a possibilidade para os contratos firmados a partir de 1999 de trocar de plano sem carência (portabilidade), podem explicar o movimento em direção aos planos com melhor avaliação. Mas ele também destaca a valorização do índice pelas operadoras como instrumento de marketing. “Elas viram que pode ser um diferencial importante no mercado e passaram a ter mais preocupação com as avaliações.” A ANS não faz um ranking.
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