segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Em 20 anos no Brasil, celular foi parar nos tribunais e criou jurisprudência
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Fabricantes de celulares devem trocar aparelho
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Justiça determina que celulares com defeito terão de ser trocados na hora
terça-feira, 25 de maio de 2010
Curitiba pode ter lei proibindo celular em agências bancárias
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Consumidor pode bloquear envio de publicidade para celular
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Desbloqueio de todos celulares

Acompanhe a reportagem, veiculada no jornal O Dia:
Anatel vota semana que vem proposta que cria regras mais duras contra multas e outras punições aplicadas por operadoras contra clientes que querem usar chips de concorrentes, mesmo tendo comprado aparelho com desconto
O avanço da tecnologia permitiu aos usuários de celular pagar por um único aparelho e usar diversas linhas, de acordo com a quantidade de chips que dispõem. No entanto, operadoras que atuam no Brasil ainda criam obstáculos para o desbloqueio de aparelhos. As empresas estão na mira da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que pretende criar regras mais duras contra multas e outras punições aplicadas infringindo os direitos dos clientes.
O Conselho Diretor da agência vota na semana que vem proposta que proíbe o bloqueio dos aparelhos. A relatora do projeto, a conselheira Emília Ribeiro, já se pronunciou a favor do celular livre. Seu parecer defende o direito de o usuário desbloqueá-lo a qualquer momento que quiser, sem ter que pagar multa.
A medida, no entanto, esbarra numa estratégia montada por operadoras para “fidelizar” seus clientes. Normalmente, os aparelhos são vendidos com descontos ou saem até de graça, desde que o comprador permaneça na operadora por um período pré-determinado. Além de garantir a permanência, em alguns casos, as empresas forçam a exclusividade. A Anatel não deve mexer em descontos que são condicionados a adesão a planos, mas pode proibir justamente o bloqueio.
Flávia Rodrigues, 24 anos, conta que comprou celular ano passado. Apesar de estar satisfeita com a operadora e querer continuar nela, procurou uma loja para desbloquear o aparelho. Seu objetivo era ter chip de outra empresa para falar com parentes que não são clientes de sua operadora. Foi informada de que teria que pagar multa se fizesse antes do prazo de dois anos. “Quero ter o livre arbítrio. Espero que a Anatel tome essa medida logo”, afirma.
O bloqueio dificulta a portabilidade e algumas medidas de economia, como uso de chips locais em viagens.
Operadora desbloqueará em fevereiro
A reunião da Anatel que tratará do desbloqueio dos celulares está marcada para a quinta-feira (21/01), mas antes da decisão pelo menos uma operadora resolveu mudar sua política. A Tim anunciou que a partir de 1º de fevereiro todos os aparelhos que chegarem às lojas estarão livres para uso de chips de outras operadoras. Segundo a empresa, os clientes que tiverem aparelhos em uso poderão desbloqueá-los gratuitamente.
A Oi informou por meio de nota que desde maio de 2007 só comercializa celulares desbloqueados. A operadora afirma que pleiteia a não cobrança de multa com a Anatel. Já a Claro admite que para aparelhos vendidos abaixo do preço ou cedidos gratuitamente, o cliente precisa se fidelizar por um ano. Segundo a empresa, é dada a opção de aparelhos desbloqueados, pelo “valor integral”. A Vivo informou que dá direito de escolha aos clientes. Mas não esclareceu quais as condições de venda dos bloqueados.
Fonte: Portal do Jornal O Dia, por Michel Alecrim
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Diferença de custo entre telefonia fixa e móvel chega a 25% no Brasil

O custo da telefonia móvel no Brasil é aproximadamente 25% maior que o da telefonia fixa. O número é da pesquisa da consultoria everis e da UIT (União Internacional de Telecomunicações), que apontou que seis entre os dez países da América Latina analisados apresentam diferenças superiores a 25% entre as duas modalidades de telefonia.
O caso extremo na região é o Equador, onde os custos com o celular superam os das linhas fixas em até 700%. Em seguida, vem a Venezuela, onde a linha móvel é 253% mais cara que a fixa e, depois, a Argentina, com 160%. A Colômbia se iguala ao Brasil, com 25%.
Celular mais barato que fixo
A região, no entanto, traz surpresas. Na Bolívia, as linhas móveis são 74% mais baratas que as fixas. No Chile e Peru, o custo do celular é a metade (50%) do custo da telefonia fixa. No México, a telefonia móvel é 33% mais barata que a fixa e no Paraguai, 21%.
O estudo da everis mostrou que o Brasil fechou 2008 com 41,1 milhões de linhas de telefonia fixa, ocupando o 6º lugar mundial, e 150,6 milhões de linhas móveis - o que representa 4,4% do total de linhas de celular do mundo e coloca o País na 5ª posição mundial da telefonia móvel e no 1º lugar na América Latina
Fonte: InfoMoney
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Operadoras de celular dizem que clientes podem cancelar envio de mensagens publicitárias

Em resposta à recomendação encaminhada pelo Ministério Público Federal (MPF)
Em nota encaminhada à Agência Brasil, a Claro respondeu que só envia mensagens publicitárias quando o cliente assina o termo de adesão autorizando o seu envio e que “observa a legislação e regulamentação vigentes”. De acordo com a operadora, o cliente pode cancelar o recebimento dessas mensagens ligando para a central de atendimento no telefone 1052.
A Vivo respondeu que ainda não foi notificada pelo Ministério Público, mas afirmou que seus clientes podem habilitar ou desabilitar, gratuitamente, o serviço de envio de mensagens publicitárias por meio de um de seus canais de atendimento.
Já a TIM e a Oi responderam que apenas cumprem a legislação vigente determinada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
O procurador Márcio Schusterschitz da Silva Araújo também quer que a Anatel exerça seu poder regulador para proibir que as operadoras encaminhem essas mensagens não autorizadas aos usuários de celular.
Fonte: Agência Brasil
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Procuradoria quer proibir envio de torpedo por operadora de celular

O Ministério Público Federal
A Procuradoria informou ainda que requisitou, também, que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), "exerça seu poder regulador e vede que as operadoras encaminhem as mensagens não autorizadas pelos usuários de celular".
O procurador da República Márcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, informou que entende "que o cliente tem o direito à privacidade e, por isso, não deve ser incomodado se não desejar".
"As empresas ofendem a privacidade do usuário invadindo a sua tranquilidade, o seu sossego enviando mensagens, promoções, jogos de azar que o cliente não quer receber", afirmou o procurador.
De acordo com o entendimento da Procuradoria, as empresas utilizam os dados cadastrais da base de clientes para enviar mensagens que, muitas vezes, o usuário não quer receber.
Para Schusterschitz, os dados cadastrais não podem ser utilizados como lista de envio de propaganda ou promoções. "Corremos o risco de uma spamização do celular", disse.
Fonte: Folha Online





